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Atlântida e outros povos antigos
Por Alexandre Chagas Namastê nº 03 - fevereiro de 2005
Há cerca de 06 meses atrás, estava vendo um especial do Discovery Channel acerca de descobertas arqueológicas e fiquei surpreso quando afirmaram que os cientistas possivelmente descobriram a cidade de Krishna, narrada em vários livros escritos em sânscrito. Segundo a reportagem, a cidades estava a 200 metros abaixo do nível do mar e estava submersa pelas águas. A descoberta deu-se por pura sorte: no ano de 2002, as empresas petrolíferas da Índia estavam a efetuar escavações em uma região perto da cidade de Nova Delhi quando, dentre as perfurações, começaram a brotar peças de argila e objetos com inscrições dos livros sagrados e desenho de divindades hindus, tais como Krishna, Shiva, dentre outras. As escavações foram suspensas pelo governo e, após efetuarem testes científicos naquele material, os cientistas concluíram que a maior parte dos objetos datavam de 9.500 anos atrás (7.500 a.C), chegando a alguns objetos terem a idade de 25.000 anos atrás (os sites abaixo indicados, incluindo reportagem da BBC News, não confirmam a idade de 25.000 anos atrás, apesar desta informação ter sido divulgada pelo Discovery Channel, confirmando, tão somente, 9.500 anos). Ante a perfeição e a capacidade da escrita contida nos objetos, a primeira coisa marcante a qual já alterou para sempre a história ainda não divulgada amplamente - é que a escrita não ocorreu por volta de 4.000 anos a.C, tal qual acreditava a ciência arqueológica, mas muito antes. Após ser efetuado teste de ressonância naquele ponto geográfico, qual não foi a surpresa dos cientistas quando na tela dos computadores brotou uma cidade complexa, a qual tinha capacidade aproximada para 50 mil habitantes, com casas e templos construídos pelo gênero humano. Ante esses mesmos testes sonoros, os cientistas concluíram que naquele local havia um rio (água doce), o qual foi englobado pelas águas, chegando a cogitarem que possivelmente se tratava da cidade perdida de Krishna, ante as características desta cidade descrita nos livros sagrados. Segundo a reportagem do Discovery Channel, quando terminou a última era glacial, o oceano aumentou cerca de 200 a 250 metros, ocasionando numa perda de área de terra superior a área da Rússia, ou seja, mais de 22 milhões de quilômetros quadrados foram tomados pelas águas (perto de 3 vezes a área do Brasil). Outra coisa interessante é que a área do mar mediterrâneo situada entre a Itália e a Grécia era, antes da era glacial, uma área de terras contínuas onde, alguns cientistas encontraram, há 40 metros de profundidade, caminhos formados pelo homem que datam de 20.000 anos a.C. e, segundo alguns especialistas, tais caminhos podem ter sido construídos ou para tráfego de carruagens ou para servir de rio artificial para dar suporte a uma outra cidade perdida (transporte de objetos, irrigação, etc) seria a Atlântida? Finalmente, a descoberta que achei mais interessante é o fato de alguns ossos encontrados na região subterrânea da índia terem uma radiação tamanha, somente equivalente aos restos mortais das vítimas de Hiroshima e Nagazaki. Pelo que foi exposto em uma outra reportagem que assisti, é totalmente impossível que tais ossos tenham adquirido tamanha radiação por outras vias diversas de uma guerra nuclear. Teriam esses povos uma tecnologia tamanha ao ponto de causar uma guerra nuclear naquela época longínqua, a qual teria alterado profundamente o eixo da Terra e exterminando todos os povos antigos de uma só vez? Esta hipótese não e tão absurda quanto parece, ao menos não o é para a ciência atual.
Alexandre Chagas
Outros links sobre o assunto: http://news.bbc.co.uk/1/hi/world/south_asia/1923794.stm www.jmooneyham.com/atlnts1.html www.jmooneyham.com/atlnts2.html http://thor.prohosting.com/~starbuck/atlantis.htm
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